Eis-me aqui

Abre a boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados (Provérbios 31:9). Na sala de audiência, enquanto esperava sua causa ser apresentada ao juiz, Geraldo escutou histórias, uma após outra, de pessoas que perderam suas casas. Muitas passaram pela experiência como se estivessem familiarizadas com o fato. Mas, uma mulher chamada Leila parecia desnorteada. Geraldo achou que ela não sabia o que fazer ou para onde recorrer. Ele tentou silenciar a voz calma em seu interior que o incitava a ajudar, mas não conseguiu. Pensou em muitas razões para não se envolver. Primeiro, puxar conversa com estranhos não era seu ponto forte; segundo, ele receava ser mal interpretado. Mas, achou que a instigação vinha de Deus e não quis arriscar ser desobediente. Quando Geraldo viu Leila deixando a sala do tribunal, falou com ela. “Senhora”, disse ele, “escutei seu testemunho na sala de audiência e creio que Deus deseja que eu lhe ajude”. No início, Leila suspeitou, mas Geraldo assegurou-lhe sobre sua sinceridade. Ele deu alguns telefonemas e colocou-a em contato com pessoas de uma igreja local que prestaram a ajuda que ela precisava para manter sua casa. Deus nos chamou para servirmos de fato e de verdade (1 João 3:18). Quando sentimos Seu incitamento para que ajudemos alguém, devemos estar dispostos a dizer: “Creio que Deus deseja que eu lhe ajude”. Fazemos o nosso melhor quando servimos aos outros.

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