Palavra do Pastor – Junho 2017

Estudos apontam que sua origem se deu na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500. Os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura européia, como as festas juninas, mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, dia de São João, eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus. Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro. Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas que aos poucos foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região as comemorações são bem acirradas, duram um mês e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região. Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, passaram a acender enormes fogueiras para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, dentre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade. As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Fonte: http://www.brasilescola.com/

O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.
A Bíblia diz o seguinte: “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que sacrifício ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus, e não quero que sejais participantes com os demônios” (I Cor. 10.19-20).
Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás.” (Mat. 4.10).
Assim, nossos lábios devem somente louvar ao Senhor Deus: “Portanto ofereçamos sempre por meio Dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam seu nome” (Heb.13.15).
É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará; se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (João 8.32 e 36)

Pr. Daniel

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